{"id":1900,"date":"2023-06-11T18:03:38","date_gmt":"2023-06-11T18:03:38","guid":{"rendered":"https:\/\/asihf.org\/?page_id=1900"},"modified":"2023-07-30T06:06:33","modified_gmt":"2023-07-30T06:06:33","slug":"valencia_s4","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/asihf.org\/en\/valencia_s4\/","title":{"rendered":"Sesi\u00f3n 4"},"content":{"rendered":"<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"1900\" class=\"elementor elementor-1900\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-4bd9833 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"4bd9833\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-ab5d968\" data-id=\"ab5d968\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-ab334b2 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"ab334b2\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t<style>\/*! elementor - v3.14.0 - 18-06-2023 *\/\n.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-stacked .elementor-drop-cap{background-color:#69727d;color:#fff}.elementor-widget-text-editor.elementor-drop-cap-view-framed .elementor-drop-cap{color:#69727d;border:3px solid;background-color:transparent}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap{margin-top:8px}.elementor-widget-text-editor:not(.elementor-drop-cap-view-default) .elementor-drop-cap-letter{width:1em;height:1em}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap{float:left;text-align:center;line-height:1;font-size:50px}.elementor-widget-text-editor .elementor-drop-cap-letter{display:inline-block}<\/style>\t\t\t\t<h3><span style=\"color: #000000;\">Sesi\u00f3n IV<\/span><\/h3><h4><span style=\"color: #000000;\">Ingenieros y ferrocarril, siglos XIX y XX<\/span><\/h4><h5><span style=\"color: #000000;\">Relator: Carlos Larrinaga<\/span><\/h5><div class=\"panel panel-primary\"><div class=\"panel-body\"><p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><b>Guillermo Bas Ord\u00f3\u00f1ez<br \/><i>El ingeniero Francisco Gascu\u00e9 y el ferrocarril del valle de Carrocera<br \/><\/i><br \/><\/b>Aunque los or\u00edgenes del ferrocarril est\u00e1n indisolublemente ligados a la industria en general, y a la miner\u00eda en particular desde sus or\u00edgenes m\u00e1s remotos en el siglo XVII, no fue hasta la segunda mitad del XIX cuando la tracci\u00f3n mec\u00e1nica se impuso en los ferrocarriles industriales, primero sustituyendo a la tracci\u00f3n animal y despu\u00e9s en l\u00edneas de nueva creaci\u00f3n.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">Uno de estos casos es el del ferrocarril minero del valle de Carrocera (San Mart\u00edn del Rey Aurelio, Asturias) puesto en servicio en 1883 y proyectado por el ingeniero de minas Francisco Gascu\u00e9 (1848-1920), que a la saz\u00f3n era directo de la empresa propietaria, la sider\u00fargica Duro y Compa\u00f1\u00eda.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">Con ocasi\u00f3n de la obra, Gascu\u00e9 fue pionero en estudiar las ventajas comparativas del empleo de locomotoras de vapor en vez de mulas, resultados que reflej\u00f3 en una serie de art\u00edculos en la Revista Minera que posteriormente ver\u00edan la luz en forma de libro junto con otros trabajos dedicados al mundo de la miner\u00eda.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">En este trabajo examinaremos su obra, los condicionantes que la marcaron y la trascendencia de su estudio en los ferrocarriles de otras empresas vecinas. Tambi\u00e9n nos acercaremos a su vida y trayectoria profesional e intelectual, ambas de gran inter\u00e9s pese a quedar oscurecido por la importancia de otros contempor\u00e1neos suyos como Luis de Adaro o Jer\u00f3nimo Ibr\u00e1n. En efecto, Gascu\u00e9 no solo fue un reputado ingeniero sino un verdadero pol\u00edgrafo que se ocup\u00f3 de distintos temas, especialmente vinculados a la cultura vasca, pues no en vano era donostiarra de nacimiento.<b><br \/>\u00a0<\/b><\/span><\/p><p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/asihf.org\/en\/comunicaciones\/BAS.pdf\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.asihf.org\/img\/pdf.png\" width=\"25\" height=\"25\" border=\"0\" \/>\u00a0\u00a0Texto completo<\/a><\/span><\/p><p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><b>Tania Fernandes<br \/><i>A Linha do Algarve como um exemplo das transfer\u00eancias de conhecimento e tecnologia em Portugal? (S\u00e9culos 19 e 20)<br \/><\/i><br \/><\/b>A introdu\u00e7\u00e3o do caminho-de-ferro em Portugal, no s\u00e9culo 19, foi um tema amplamente debatido, coincidindo com uma turbul\u00eancia crescente no panorama pol\u00edtico portugu\u00eas.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">Neste contexto, a Linha do Algarve representa uma \u201cmetamorfose do tempo\u201d, onde esta\u00e7\u00f5es de caminho-de-ferro coevas coexistem com\/numa estrutura f\u00e9rrea que come\u00e7ou a ser planeada ainda no tempo da Monarquia Constitucional, enquadradas numa realidade geogr\u00e1fica \u00edmpar.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">N\u00e3o obstante a exist\u00eancia de v\u00e1rios macro estudos, referentes \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o de um sistema de caminho-de-ferro em Portugal, bem como a exist\u00eancia de estudos sectoriais, concernentes a outras linhas, n\u00e3o existem estudos espec\u00edficos que versem sobre a Linha do Algarve.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">V\u00e1rios factores contribuem para o interesse na an\u00e1lise mais aprofundada da constru\u00e7\u00e3o de uma linha de caminho-de-ferro no Algarve.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">Em primeiro lugar, a dilui\u00e7\u00e3o no tempo; come\u00e7ando pelo tro\u00e7o entre Tunes e S\u00e3o Bartolomeu de Messines, a sua constru\u00e7\u00e3o foi faseada e distendida no tempo. Assim sendo, enquanto o primeiro comboio chega a Faro em 1889, a constru\u00e7\u00e3o do \u00faltimo tro\u00e7o, entre Portim\u00e3o e Lagos, vai ocorrer apenas em 1922, ou seja, 33 anos ap\u00f3s o in\u00edcio dos trabalhos. Por outro lado, h\u00e1 que atender \u00e0 import\u00e2ncia que foi dada pelos agentes econ\u00f3micos e industriais, bem como pelos atores pol\u00edticos, a n\u00edvel regional, \u00e0 constru\u00e7\u00e3o desta linha, defendendo-a como um elemento essencial para o desenvolvimento da regi\u00e3o Algarvia. Acresce que, sendo a \u00fanica linha de caminho-de-ferro constru\u00edda na regi\u00e3o Algarvia e que ainda se encontra em explora\u00e7\u00e3o, torna-se necess\u00e1rio compreender o seu potencial como testemunho do patrim\u00f3nio ferrovi\u00e1rio portugu\u00eas.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">Atrav\u00e9s da an\u00e1lise do desenvolvimento sofrido por esta linha f\u00e9rrea, \u00e9 nosso objectivo o de sumarizar as raz\u00f5es que presidiram \u00e0 sua constru\u00e7\u00e3o, quais os constrangimentos ocorridos e como esta \u00e9 exemplo das transfer\u00eancias de conhecimento e de tecnologia que este tipo de trabalho em engenharia permitiu.<b><br \/>\u00a0<\/b><\/span><\/p><p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/asihf.org\/en\/comunicaciones\/anica.pdf\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.asihf.org\/img\/pdf.png\" width=\"25\" height=\"25\" border=\"0\" \/>\u00a0\u00a0Texto completo<\/a><\/span><\/p><p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><b>Ana Cardoso de Matos<br \/><i>Mobilidade de engenheiros, circula\u00e7\u00e3o de conhecimento e transfer\u00eancia de tecnologia. Da \u00c9cole des ponts et chausses para o caminho-de-ferro portugu\u00eas (2\u00aa metade do seculo XIX)<br \/><\/i><br \/><\/b>A introdu\u00e7\u00e3o do caminho-de-ferro em Portugal, que exigiu o recurso aos engenheiros com uma forma\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, confrontou-se com a escassez destes profissionais na sociedade portuguesa. Para superar a insufici\u00eancia do ensino de engenharia civil em Portugal, v\u00e1rios engenheiros foram completar a sua forma\u00e7\u00e3o no estrangeiro, nomeadamente na \u00c9cole des ponts et chausses de Paris. Com a escolha desta escola garantia-se que os engenheiros portugueses adquiriam os conhecimentos te\u00f3ricos mais actualizados na \u00e1rea, lecionados por alguns dos engenheiros de maior renome da altura, ao mesmo tempo que tinham uma boa forma\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, assegurada pela import\u00e2ncia que os estudos no terreno e as miss\u00f5es escolares assumiam na mesma.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">A perman\u00eancia em Fran\u00e7a tamb\u00e9m possibilitou aos engenheiros portugueses terem um contacto directo com as principais obras p\u00fablicas que a\u00ed se estavam a ser realizadas, nomeadamente a constru\u00e7\u00e3o das linhas ferrovi\u00e1rias ou das \u201cobras de arte\u201d do caminho-de-ferro, o que lhes permitiu contactar com a aplica\u00e7\u00e3o de novos materiais, perceber as novas t\u00e9cnicas construtivas e a forma de organiza\u00e7\u00e3o dos estaleiros e avaliar as t\u00e9cnicas mais adequadas para aplicar em Portugal quer ao n\u00edvel da constru\u00e7\u00e3o de pontes e viadutos, quer ao n\u00edvel do tra\u00e7ado das linhas. Aproveitando a sua presen\u00e7a em Paris v\u00e1rios destes engenheiros realizaram visitas de estudo, nomeadamente \u00e0s exposi\u00e7\u00f5es universais que se realizaram nesta cidade para contactarem com os progressos dos caminho-de-ferro, enquanto outros ap\u00f3s terminarem a sua forma\u00e7\u00e3o em Paris realizaram visitas de estudo a outros pa\u00edses para actualizarem os seus conhecimentos na \u00e1rea do caminho-de-ferro e observaram in loco a constru\u00e7\u00e3o de algumas linhas ferrovi\u00e1rias.<b><br \/><br \/>\u00c1ngel M\u00aa Ormaechea<br \/><i>Charles Vignoles, Ingeniero Jefe y Amigable Componedor en el Ferrocarril de Tudela a Bilbao<br \/><\/i><br \/><\/b>La comunicaci\u00f3n constar\u00eda de dos partes: en la primera estudiar\u00eda la labor de Vignoles en su papel de Ingeniero Jefe, actualizando el viejo proyecto del Ingeniero Santa Cruz de 1848 y marcando las condiciones t\u00e9cnicas y facultativas para los 7 tramos en que se divide la construcci\u00f3n de la l\u00ednea de Bilbao a Castej\u00f3n.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">Una vez superado el per\u00edodo de garant\u00eda de la l\u00ednea, surgen diferencias entre los constructores y los gestores de la Compa\u00f1\u00eda del Ferrocarril de Tudela a Bilbao y las partes acuden a Charles Vignoles para que ejerza el papel de Amigable Componedor. La decisi\u00f3n tomada por el ex ingeniero Jefe precipita la declaraci\u00f3n de suspensi\u00f3n de pagos de la citada compa\u00f1\u00eda.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">\u00a0<\/span><\/p><p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/asihf.org\/en\/comunicaciones\/ORMAECHEA.pdf\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.asihf.org\/img\/pdf.png\" width=\"25\" height=\"25\" border=\"0\" \/>\u00a0\u00a0Texto completo<\/a><\/span><\/p><p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><b>Javier Nubiola de Castellarnau<br \/><i>Eduardo Maristany (1855-1941) y la innovaci\u00f3n en las infraestructuras ferroviarias<br \/><\/i><br \/><\/b>Eduardo Maristany representa una figura clave en la historia de los ferrocarriles espa\u00f1oles y muy especialmente de los catalanes, desde finales del siglo XIX hasta la creaci\u00f3n de la RENFE. Maristany fue adem\u00e1s de un gran gestor, un gran t\u00e9cnico avanzado a su \u00e9poca. Viaj\u00f3 por todo el mundo para conocer nuevas tecnolog\u00edas ferroviarias y aplicarlas al caso espa\u00f1ol.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">En 1885 ingresa en la Compa\u00f1\u00eda de los Ferrocarriles de Tarragona a Barcelona y Francia (T.B.F.). En 1886 la T.B.F. absorbe la &#8216;Compa\u00f1\u00eda de los Ferrocarriles Directos de Madrid y Zaragoza a Barcelona&#8217;, con el proyecto de unir Barcelona con Zaragoza por Escatr\u00f3n y Caspe. Maristany se hace cargo de la ejecuci\u00f3n del proyecto, incluyendo el t\u00fanel de Argentera.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">En 1898 es nombrado director gerente de la T.B.F., que ya estaba en tratos de fusionarse con la M.Z.A. Cuando en 1899 se produce la fusi\u00f3n \u00e9l pasa a ocupar la gerencia de la denominada &#8216;Red catalana&#8217; de M.Z.A.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">Introdujo un sistema de banlieue con tracci\u00f3n vapor, por el que puede considerarse el iniciador del primer plan global de enlaces ferroviarios de Barcelona, lo que ahora llamar\u00edamos cercan\u00edas, ampliando las estaciones de viajeros y trasladando a las afueras las mercanc\u00edas (peque\u00f1a velocidad), as\u00ed como los dep\u00f3sitos y clasificaci\u00f3n de material m\u00f3vil.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">Entre 1908 y 1934 Maristany ocupa la Direcci\u00f3n General de toda la M.Z.A. Fija su residencia en la Estaci\u00f3n de Atocha en Madrid. Fueron a\u00f1os de prosperidad para el ferrocarril, aunque con la guerra europea de 1914 el tr\u00e1fico ferroviario se desbord\u00f3 y se gener\u00f3 el \u00abProblema Ferroviario\u00bb.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">Fue un escritor muy prol\u00edfico, su libro m\u00e1s famoso es &#8216;La Conferencia Ferroviaria de 1905&#8217;.<\/span><\/p><p align=\"justify\"><span style=\"color: #000000;\"><a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/asihf.org\/en\/comunicaciones\/nubiola.pdf\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.asihf.org\/img\/pdf.png\" width=\"25\" height=\"25\" border=\"0\" \/>\u00a0\u00a0Texto completo<\/a><\/span><\/p><p align=\"justify\"><br \/><span style=\"color: #000000;\"><b>V\u00edctor Manuel Heredia Flores<br \/><i>El ingeniero Jos\u00e9 Bores Romero y la cuesti\u00f3n ferroviaria a principios del siglo XX<br \/><\/i><br \/><\/b>El ingeniero Jos\u00e9 Bores Romero (Antequera, 1860-Zaragoza, 1936) presenta una trayectoria profesional similar a la de otros ingenieros de su \u00e9poca, que desplegaron una amplia actividad que abarc\u00f3 numerosos \u00e1mbitos y se extendi\u00f3 por diversos territorios de la geograf\u00eda espa\u00f1ola. Sus trabajos abordaron el abastecimiento de agua, el saneamiento, la hidroelectricidad, los ferrocarriles, los transportes urbanos, las carreteras y los puertos. Colaborador habitual en las publicaciones profesionales de la \u00e9poca, fue adem\u00e1s diputado, inspector general de Caminos y presidente del Consejo Superior de Obras P\u00fablicas.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">Los ferrocarriles ocuparon buena parte de su vida profesional. Estuvo destinado en los principios de su carrera en la Comisi\u00f3n de Estudios y Construcciones de los Ferrocarriles del Pirineo Central y uno de sus primeros trabajos fue la construcci\u00f3n de la l\u00ednea f\u00e9rrea que comunicaba el \u00e1rea minera vizca\u00edna con el puerto de Castro Urdiales a trav\u00e9s del Valle de Sopuerta. Tambi\u00e9n proyect\u00f3 un tranv\u00eda el\u00e9ctrico entre Vigo y Mond\u00e1riz y en 1904 firm\u00f3 un proyecto de ferrocarril subterr\u00e1neo para Madrid que lleg\u00f3 a ser aprobado por el Congreso, aunque finalmente fue retirado.<\/span><br \/><br \/><span style=\"color: #000000;\">En sus \u00faltimos a\u00f1os Bores fue un colaborador habitual de la Revista de Obras P\u00fablicas, publicaci\u00f3n en la que trat\u00f3 en varios art\u00edculos la cuesti\u00f3n ferroviaria, en unos momentos en los que a los problemas de funcionamiento de la red se un\u00eda el empeoramiento de la situaci\u00f3n financiera de las compa\u00f1\u00edas por el aumento de los gastos de explotaci\u00f3n. Bores apuntaba como soluciones al problema ferroviario la estatificaci\u00f3n completa de la red existente, la construcci\u00f3n por el Estado de las l\u00edneas complementarias, adoptando en ellas la galga europea, y de la red secundaria y estrat\u00e9gica, y la implantaci\u00f3n progresiva de la tracci\u00f3n el\u00e9ctrica.<\/span><br \/><span style=\"color: #000000;\">\u00a0<a style=\"color: #000000;\" href=\"https:\/\/asihf.org\/en\/comunicaciones\/Heredia.pdf\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.asihf.org\/img\/pdf.png\" width=\"25\" height=\"25\" border=\"0\" \/>\u00a0\u00a0Texto completo<\/a><\/span><\/p><\/div><\/div>\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t\t\t\t<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sesi\u00f3n IV Ingenieros y ferrocarril, siglos XIX y XX Relator: Carlos Larrinaga Guillermo Bas Ord\u00f3\u00f1ezEl ingeniero Francisco Gascu\u00e9 y el ferrocarril del valle de CarroceraAunque los or\u00edgenes del ferrocarril est\u00e1n indisolublemente ligados a la industria en general, y a la miner\u00eda en particular desde sus or\u00edgenes m\u00e1s remotos en el siglo XVII, no fue hasta [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"wf_page_folders":[40],"class_list":["post-1900","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/asihf.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1900","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/asihf.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/asihf.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asihf.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/asihf.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1900"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/asihf.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1900\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2096,"href":"https:\/\/asihf.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1900\/revisions\/2096"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/asihf.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1900"}],"wp:term":[{"taxonomy":"wf_page_folders","embeddable":true,"href":"https:\/\/asihf.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/wf_page_folders?post=1900"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}